sexta-feira, 25 de abril de 2014

If I Stay (também conhecido como OS SENTIMENTOS)



Eu tenho uma história com If I Stay. Eu o li pela primeira vez nos idos de 2011. O pouco que eu lembro foi que chorei muito e fiquei tão devastada que não consegui ler a continuação, por medo do que pudesse acontecer. Eis que descubro que um filme baseado no livro vai estrear nos cinemas esse ano. Então eu pensei, bem chegou a hora. É agora que eu tenho que reler o primeiro e tomar coragem pra ler o segundo. É agora ou nunca.  Dessa vez, a experiência foi ainda mais devastadora do que da primeira. E por incrível que pareça, foi ainda melhor.

Mia parece ter a vida perfeita. Pais amorosos, um irmão mais novo fofo, um namorado lindo e super cool e uma melhor amiga que está sempre lá pra ela. Ela é uma aluna razoável, mas a sua grande paixão é a música, mais especificamente o violoncelo. Mia toca desde criança e agora está prestes a ser aceita na Juilliard.

Num dia de neve, ela e a família aproveitam para visitar um casal de amigos de seus pais que moram um pouco longe. Acontece que o carro em que eles estavam é atingido por um caminhão e quando Mia acorda ela encontra seus pais. Ambos mortos. Então ela procura por Teddy, seu irmão, e ao ver uma mão em meio a neve, corre até ela pensando que é ele. Acontece que ali, jaz o corpo dela, completamente machucado e meio sem vida.

Claro que é atordoante. Como se não bastasse perder os pais de uma vez só, ela ainda se encontra fora de seu corpo, vendo tudo que acontece a ele como se não fosse com ela. Quando a ambulância chega para levar seu corpo, ela vai junto. No hospital, o corpo é operado e ela assiste a tudo, meio sem entender. É só depois, quando uma enfermeira menciona que a escolha é dela, que ela entende. O que está fazendo ali. Porque está fora de seu corpo. E porque ainda não morreu.

Mia pode escolher. Ela fica e vive? Ou morre e se junta a sua família?

 “There are like twenty people in that waiting room right now. Some of them are related to you. Some of them are not. But we’re all your family.” She stops now. Leans over me so that the wisps of her hair tickle my face. She kisses me on the forehead. “You still have a family,” she whispers.” 

Nossa, eu não consigo nem explicar esse livro. Eu não sabia se torcia pra ela ficar ou se queria que ela se fosse. Qualquer coisa que ela escolhesse, eu entenderia. E quando ela começa a ter flashbacks de sua vida antes, sua família, amigos, Adam e a música, tudo se torna muito mais difícil.

Mia não tinha a vida perfeita. Ela se sentia “o patinho feio” da família, pois os pais eram roqueiros assumidos (seu pai até tocava numa banda) e ela tocava violoncelo e gostava de música clássica. Ela era quieta e série, enquanto os pais eram extrovertidos e muito mais descolados que ela, mesmo sendo mais velhos. Até o namorado, Adam, era diferente. Além de ser mais velho, ele tocava numa banda famosa na região deles e as garotas praticamente faziam fila pra ficar com ele.

Através de suas memórias, Mia vai nos mostrando todas as coisas boas de sua vida, como o jeito que conheceu Adam e Kim, sua melhor amiga, o nascimento de seu irmão, a audição para a Juilliard, em que ela foi com seu avô e muitas outras coisas legais e significativas. Mas também as coisas nem tão boas assim, como as brigas com Adam e todas as vezes que ela se sentiu uma estranha em sua própria família. É como se ela estivesse nos dando as fichas pra que nós pudéssemos apostar: vai ou fica?

“Sometimes you make choices in life and sometimes choices make you.”

O livro é cheio de momentos adoráveis, tanto nos flashbacks de Mia, quanto no hospital, o que só torna tudo mais doloroso. E quotes, muitos quotes. Uma das coisas mais legais, pra mim, foi quando ela ponderou sobre o motorista do caminhão. De acordo com sua tia, ele não teve culpa. Estava dirigindo tranquilamente, com 0% de álcool no sangue, quando o carro da família dela se desviou da pista e ele não pôde evitar a batida. Por mais que isso tenha destruído a vida de Mia para sempre, ela se pega pensando como está a vida do cara, sabe? A vida dele também mudou. Agora ele carrega o peso da destruição de uma família em suas costas e isso não deve ser fácil.

Outra coisa que eu gostei muito foi o jeito que o livro mostrou a forma com que as pessoas lidam com situações assim, de coma e morte. Alguns conversavam com ela como se ela realmente estivesse ali (e estava), outros rezavam, outros pediam pra ela ficar, alguns tentavam se ocupar de todas as maneiras possíveis para não se deixar abater e por aí vai. Mia assiste a tudo isso, todas essas pessoas que se importam com ela, mas as duas pessoas que ela realmente precisava, não estavam ali. E nunca mais estariam.

Eu acho que If I Stay é um ótimo livro pra fazer a gente pensar. Quando eu li pela primeira vez, do alto dos meus 16 anos, passou despercebido. Claro, eu sofri bastante com tudo isso, mas mais por conta do romance entre Mia e Adam  swoon do que pela história em si. Agora, com 19 anos, eu percebi tudo de uma maneira diferente. Como a vida é frágil. Ela passa tão rápido que a gente nem percebe o quanto cada momento, cada memória é importante. E como nós temos que tirar o máximo dela, pra que realmente tenhamos algo pra lembrar. Mas também como a nossa vida, nossa mera existência, afeta o mundo de uma maneira que nós nem percebemos. Não estou falando de grandes mudanças como salvar as florestas, acabar com o buraco na camada de ozônio, nem nada disso. Mas como nós afetamos as pessoas a nossa volta. Como a nossa vida importa tanto pra elas quanto pra gente. Talvez até mais. Ás vezes você faz algo no automático e nem se dá conta, mas aquilo, pode se tornar a memória mais querida de outra pessoa, sabe? E isso é tão assustador. Tudo isso que eu disse, pode ser resumido nessa quote da Mia:

“I realize now that dying is easy. Living is hard.”

Bom, mas como eu disse lá em cima, o que me levou a reler o livro e tudo mais foi o filme. Quando eu fiquei sabendo que estava pra estrear, eu decidi reler o livro antes mesmo de ver o trailer (basicamente porque eu nem lembrava direito do que acontecia e tal). Hoje, assim que eu acabei, eu fui ver o bendito. E meu Deus. OS SENTIMENTOS!!!!!!!!!!

O filme vai ser estrelado pela Chloe Moretz e Jamie Blackley, como  Mia e Adam. Quem me conhece sabe que eu não gosto da Chloe e não consigo nem olhar pra cara dela, mas depois que eu vi o trailer.......... EU SIMPLESMENTE PRECISO VER O FILME!!!!!!!! O Jamie também não é como eu imaginava o Adam (principalmente porque eu o imaginava mais velho), mas depois que eu vi o trailer pela enésima vez, até consegui me acostumar. E é bom ver um ator fora da atual panelinha de Hollywood (lê-se Miles Teller, Ansel Elgort, Nat Wolff) fazendo um papel de adaptação de YA.




E quanto a mim... O curioso é que eu li If I Stay três anos atrás e não consegui ler o segundo livro. Agora, eu resolvi que está na hora. Acontece que esse segundo livro, se passa três anos depois da história do primeiro. E é narrado pelo Adam. Então eu acho que realmente, esse é o momento.


sábado, 12 de abril de 2014

Classic Alice

Parece que ultimamente eu só tenho aparecido aqui pra falar de webséries, hahaha. Mas fazer o que, se em apenas uma hora você pode assistir uma série inteira e de boa qualidade? Essa é a vantagem das webséries!

A minha mais recente descoberta na verdade me foi apresentada pela minha amiga Bárbara Regina (bjs Bee!) e então, grande parte do fandom brasileiro de Lizzie Bennet Diaries assistiu e ficou louco pela série. Ou seja, se você gostou de TLBD e Emma Approved, provavelmente vai gostar de Classic Alice!

A série é sobre a personagem-título,  Alice Rackham, uma universitária que quer ser escritora e sempre tira notas boas. Até que um de seus trabalhos recebe uma nota regular (que pra ela é a mesma coisa que repetir de ano, digamos assim) porque, segundo o professor, ela não consegue se conectar emocionalmente com o que escreve. Assim, ela decide mostrar a ele que ela pode sim se conectar e sentir as palavras. E qual o melhor jeito de fazer isso? Vivendo sua vida de acordo com os clássicos da literatura! Ou seja, ela basicamente vai tomar decisões e agir de acordo com o que os personagens dos livros fazem. Para documentar isso, ela conta com a ajuda de seu amigo Andrew, que é estudante de cinema e usa esse projeto dela para fazer um documentário para a faculdade.

Por enquanto, a série só tem seis episódios e o livro que Alice tentou "viver" foi Crime e Castigo, do Dostoievski. O próximo livro da lista é Pigmalião, de George Bernard Shaw. BUT HERE'S THE THING: Os episódios do próximo livro só serão produzidos se eles conseguirem dinheiro. E pra isso eles criaram um Kickstarter!

Eles precisam de 8,000 dólares para produzir mais ou menos 10 episódios. Faltam cinco dias para terminar o prazo e até agora eles não chegaram nem na metade do dinheiro! Então se você gostou da série e pode doar, doe! Divulgue a série por aí, mande pros amigos, poste nas redes sociais e tudo isso pra que Classic Alice não acabe! O Kickstarter deles é esse aqui!

E eu vou colocar o primeiro episódio aqui pra todo mundo assistir e ver o quanto é awesome! O único porém é que está em inglês, então peço desculpas a quem não fala a língua e tal.




UPDATE: ELES CONSEGUIRAM O DINHEIRO! YAAAAAAAAAAY

Isso significa mais Alice e Andrew na nossa vida!

Os próximos livros vão ser Pigmalião e The Butterfly, nessa ordem. Fiquem ligados no canal porque eles ainda estão soltando alguns vídeos extras!

sábado, 29 de março de 2014

Simplesmente Ana


Ana Carina é uma garota normal que vive em Minas Gerais e faz faculdade de Direito. Ela nunca conheceu o pai, pois ele abandonou a mãe ao saber da gravidez. Até que ela recebe uma mensagem misteriosa no Facebook de um homem que diz ser seu pai. Acontece que ele não é um homem qualquer. O pai de Ana é nada mais nada menos do que Andrej Marcov, o rei de um pequeno país europeu chamado Krósvia. E assim, a vida de Ana muda do dia pra noite.

Confesso que a princípio fiquei meio ressabiada com o livro porque convenhamos: a história parece muito com O Diário da Princesa. Mas, eu estava na Bienal, o livro estava vinte reais, a autora estava lá pra autografar... E bom, é um livro de princesa, né? Eu não resisto a princesas. Então comprei, a Marina Carvalho foi extremamente simpática e educada (uma verdadeira princesa!) e autografou o meu exemplar. E foi só esse ano que eu li o livro. A pergunta que fica é: por que demorei tanto?????

Simplesmente Ana é um livro adorável! A única coisa que tem em comum com O Diário da Princesa é essa coisa de menina que se descobre princesa. Porque fora isso, o livro é bem diferente e bem brasileiro!

Tudo começa por Ana, que não é nem de longe parecida com Mia. Ela não é aquelas protagonistas que se acham feias, mas na verdade são lindas (alô Nora de Hush Hush), e também não fica de mimimi. É claro que descobrir de uma hora pra outra que toda a sua vida foi uma mentira não deve ser nada fácil, mas passado o choque inicial, Ana consegue lidar com a situação da melhor maneira possível. Ana, pra mim, é um personagem completo. A autora soube criar várias facetas para ela: a Ana vaidosa, a Ana apaixonada, a Ana caridosa, a Ana bem humorada, a Ana cozinheira (siiiiim, ela faz vários pratos brasileiros enquanto está no castelo), mas acima de tudo, a Ana que veio lá de longe, que nunca teve um pai e que luta pra se encaixar na nova posição de filha e, pior ainda, princesa. 

Acontece que Andrej quer que ela vá para a Krósvia passar um tempo com ele, e depois de muito relutar, ela aceita. Agora Ana vai morar num castelo!!! Lá, ela se aproxima mais de seu pai (que é maravilhoso! Mas como era de se esperar de um rei, muito atarefado) e conhece outras pessoas, como Irina, algo como a secretária do castelo (eu shippo Andrina ok!), e Karenina, a cozinheira. Kare merece uma menção especial porque ela é aquele tipo de cozinheira gorducha, toda fofa e simpática que faz as melhores comidas do mundo! Ai, Karenina, vem morar aqui em casa, por favor? Porém, nem tudo são flores... Ana também conhece Alexander, enteado de seu pai, e um antipático de marca maior!

Podemos falar de Alexander? Obrigada. MEU DEUS, VEM PRO MEU MUNDOOOOOOO! No começo, Alex é bem antipático e grosso, mas logo ele mostra que é um homem incrível! Ele leva Ana para passear e conhecer vários recantos escondidos da Krósvia, conta a ela sobre histórias dos antepassados da família real e, basicamente, faz tudo por ela. Além de tudo isso, Alex é um mal caminho inteiro (só um pedaço não é suficiente para descrevê-lo)! Seu único defeito é ter uma namorada detestável, Laika (que Ana apelida carinhosamente de Nome de Cachorro).

Apesar de ser uma história difícil de acontecer, Marina Carvalho conseguiu torná-la extremamente crível através dos personagens. Ana é aquela garota que você encontra na faculdade, que pode ser sua vizinha, que passa por você na rua etc. Enfim, a típica girl next door. A linguagem coloquial do livro também contribui pra isso, tornando tudo mais próximo da nossa realidade. Confesso que em alguns momentos, senti falta de um pouco de seriedade por parte de Ana, que sempre tinha uma expressão bem brasileira e caricata pra todos os momentos, mas nada que prejudicasse a leitura.

E já que estou falando de linguagem, acho legal ressaltar que a autora tomou o cuidado de frisar a todo o momento a língua que os personagens falavam. Ana não falava krósvi, a língua da Krósvia, mas todo mundo por lá falava inglês e foi assim que ela conseguiu se comunicar. Gostei particularmente, do uso da palavra saudade, que Ana fez questão de falar em português, mesmo que ninguém entendesse, pois é uma palavra que só existe na nossa língua e significa muito para todos nós. Vocês conseguem se imaginar vivendo em um mundo em que saudade não existe???? Muito estranho.

Então, fazendo uma pesquisa, como sempre faço antes de postar qualquer coisa aqui, descubro que Simplesmente Ana é uma série! Eu, sinceramente, não entendi o por que disso tudo, visto que o final do primeiro livro é bem redondinho. Porém, Simplesmente Ana 2 deve ser lançado no segundo semestre desse ano e a autora já está trabalhando em Simplesmente Ana 3.

Por mais que eu ache que nada disso é necessário, não posso perder a chance de encontrar Alex novamente! E também espero ver mais de Estela, a melhor amiga de Ana que ficou no Brasil e, por isso, não teve tanto destaque assim. Mas eu acredito que Estela é uma ótima personagem e por isso, gostaria de conhecê-la melhor. Pense nisso com carinho, Marina!

Simplesmente Ana é um livro muito bem-humorado e que vai te deixar sonhando com o dia em que você vai descobrir que você realmente é uma princesa (eu sei que eu sou)!

segunda-feira, 24 de março de 2014

Vlog da Eponine!



Eis que finalmente o Facebook me indica alguma coisa boa! O Vlog da Eponine apareceu pra mim naquelas recomendações que ficam na barra lateral. Cliquei imediatamente, porque né, Eponine quer dizer Os Miseráveis! E que grata surpresa <3

A websérie é um projeto de alguns alunos do curso de Rádio e TV da FAAP, universidade paulista. Contando com apenas 10 episódios de mais ou menos dois minutos de duração cada, o vlog é feito pela própria Eponine nos dias de hoje! Em meio às manifestações que sacudiram o país no ano passado, ela conta sobre sua infância, sua vida agora e o amor de sua vida: Marius. Quem viu/leu Os Miseráveis já sabe como a história termina, mas ver uma Eponine no século XXI vale a pena!


Vou deixar o primeiro episódio aqui pra quem quiser assistir. No canal da série no Youtube tem todos os outros e ainda um vídeo de making of!





quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Pinky Wednesday: Webséries vintage

Mais um post sobre webséries porque I can’t get enough! Esse vai ser um post meio temático porque eu vou falar de webséries vintage!

Calma, calma... Não são webséries antigas! Mas sim aquelas que tem um perfume retrô, seja pelo tema ou pelo estilo da fotografia. Vou colocar o primeiro episódio ou o trailer (caso tenha) pra vocês já darem o veredicto nos comentários, hahaha


Coco & Ruby

Coco e Ruby são duas showgirls de 1941 que sonham em ficar famosas na Califórnia. Até que um belo dia, vão parar na Hollywood dos dias atuais! Nem preciso dizer que elas se metem em situações hilárias por serem de outro lugar (Newark) e outro tempo! Coco e Ruby dançam, cantam, atuam e são ruivas! Como não amar? Menção honrosa pro figurino, que é bem anos 40 mesmo e absolutamente lindo.

Além dos oito episódios da única temporada tateada , elas ainda tem alguns vídeos aleatórios de músicas delas e covers (por favor, ASSISTAM o clipe de Movie Boy!!!) e até um ensinando a fazer o time step (passo de sapateado que é muito comum em musicais). Ou seja: Coco & Ruby é imperdível!



Who Could Ask For Anything More

WCAFAM é uma websérie no estilo de um musical antigo da MGM. Ou seja: toda em preto e branco e muda, com direito a muita dança e créditos no começo do vídeo. The Girl e The Boy não se conhecem, até que o The Dog (cachorro da Girl) se solta e o Boy o pega. Assim, a Girl e o Boy acabam dançando juntos e se apaixonando. Mas o que a Girl não sabe é que o Boy tem uma noiva, a Fiancée...

WCAFAM é, pra mim, a melhor websérie de todas que eu vou indicar aqui. A ideia é muito boa e também é bem executada. Todos os episódios tem números de dança incríveis e sempre tem personagens novos. Who Could Ask For Anything More ainda está em andamento, mas os episódios demoram uma eternidade pra sair (o que é compreensível, visto que têm em média 10 minutos cada e números de sapateado não são os mais simples do mundo). Por enquanto, só tem cinco, então não tem desculpa pra não assistir!



Dirigible Days

Ok, essa não é beeeem uma websérie vintage. Na verdade, Dirigible Days é uma websérie steampunk! Nela, a Terra foi destruída por um asteróide e depois reconstruída, e os anos começaram a ser contados do zero de novo. No ano 997, o Capitão Santiago está em busca de um engenheiro para seu dirigível. Ele acaba encontrando não só o engenheiro (o LINDO do Hooper), mas também um passageiro que carrega um prisioneiro consigo. E é claro que isso vai dar ruim...


Dirigible Days é muuuuuuito boa! Eu nunca tinha visto uma websérie steampunk, mas ao que tudo indica, tem algumas delas por aí. DD tem uma premissa ótima e é muito bem feita, vale a pena assistir!



Por hoje é só, folks! Meu estoque de webséries ainda não acabou, então aguardem mais posts!